50 ANOS DA APPLE: DE QUASE FALÊNCIA À EMPRESA TRILIONÁRIA

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50 ANOS DA APPLE: DE QUASE FALÊNCIA À EMPRESA TRILIONÁRIA

A primeira empresa a atingir US$ 1 trilhão em valor de marca é a mesma que, em 1997, viveu uma experiência de quase morte, como seu fundador, Steve Jobs.

Em 1997, a Apple enfrentava uma crise, fruto de má execução, desorganização estrutural e a perda de identidade dos produtos em meio à um portfólio extenso. Nos canais de venda, enfrentava discrepâncias globais e a falta de aparelhos e configurações comparáveis pelo consumidor.

A reviravolta foi marcada pela volta de Jobs, demitido da companhia doze anos antes, devido à desentendimentos com o então CEO, John Sculley, e de Phil Schiller, atual fellow e vice-presidente sênior de marketing global, após um hiato de quatro anos.

O plano de reestruturação incluiu um novo board, a consolidação do marketing em torno da campanha Think Different – uma das mais famosas do mundo – e a redução da linha de produtos para focar apenas no que fosse essencial.

Números comprovam o resultado. A gigante da tecnologia comercializa 220 milhões de iPhones por ano e gera US$ 1 milhão em receita a cada 90 segundos. E 2026 é o ano em que completa 50 anos. O jornalista e autor David Pogue acaba de lançar o livro Apple: The First 50 Years, em que relata os percalços e conquistas da empresa mais valiosa do mundo ao longo de cinco décadas.

Um dos produtos que revolucionaram a companhia foi o iPod, que transformou o hábito das pessoas com a música. O sucesso também foi alcançado com o iPad, aparelho alternativo aos computadores que vinham sendo comercializados a preços baixos à época.

Mas foi a chegada do iPhone que elevou a marca a um patamar superior, ao focar nos softwares proprietários associados aos aparelhos. À época do lançamento, em 2007, o mercado global era de cerca de mais de bilhão de celulares. Jobs almejava conquistar 1% do mercado no primeiro ano. No terceiro ano, já comercializava 40 milhões de unidades, em um crescimento exponencial.

 

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