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METRÓPOLE RECEBEU R$ 27 MILHÕES DO BANCO MASTER EM 2025
O Banco Master transferiu R$ 27,2 milhões ao Metrópoles, site do ex-senador Luiz Estevão, entre 2024 e 2025. O Coaf classificou os pagamentos como "inusitados" e incompatíveis com o faturamento do veículo. O dinheiro saía imediatamente para outras empresas da família de Estevão.
A justificativa oficial é patrocínio à transmissão da Série D pelo Will Bank. O problema: os pagamentos começaram em janeiro de 2025, mas a logomarca do Will Bank só apareceu nos campos em julho, seis meses depois. Além disso a Série D historicamente não é rentável para quem transmite.
Luiz Estevão diz que pode fazer o que quiser com o dinheiro. O Coaf discorda: classifica o fluxo como possível "movimentação de recursos em benefício de terceiros" com presença de "pessoas politicamente expostas".
Vale lembrar: foi o Metrópoles que se infiltrou no resort Tayayá e revelou que funcionários do local identificam Toffoli como proprietário. O Tayayá é peça central no escândalo: o fundo Arleen, ligado à teia do Master, foi sócio de familiares de Toffoli no resort. O cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, era cotista do fundo que investiu R$ 20 milhões no Arleen, conectando diretamente o Master ao resort frequentado pelo ministro relator do caso.
O detalhe inteligente: o veículo que recebia entre R$ 5 e R$ 5,7 milhões por mês do Master foi o mesmo que quebrou algumas das maiores revelações do escândalo.
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