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VENDAS DE PÁSCOA DEVEM BATER RECORDE EM 2026, COM R$ 3,57 BI
Isso representará uma alta de 2,5% em comparação com o mesmo período do ano passado, batendo o recorde para a data, desde a série histórica iniciada em 2005 pelo CNC.
Apesar da expectativa de crescimento, neste ano, a cesta de bens e serviços típicos dessa data deve registrar reajuste médio de 6,2%, ficando acima da inflação pelo terceiro ano consecutivo. O principal fator para isso é a alta do chocolate, que deve esperar um aumento de 14,9% mesmo para marcas nacionais.
Segundo o CNC, essa alta é reflexo da valorização do cacau no mercado internacional. Outros itens de Páscoa que devem ter altas expressivas são: bacalhau (+7,7%) e a alimentação fora do domicílio (+6,9%).
O crescimento dos preços de chocolate e bacalhau importados devem ser ainda maiores, 37% e 19%, respectivamente, desestimulando as importações.
Como consequência disso, as encomendas desses produtos no mercado externo caíram 27% e 22%, respectivamente, em relação ao ano anterior, e a tendência é que produtos locais ganhem mais espaço neste ano, de acordo com a CNC.
Além disso, a CNC projeta que a tendência de recuperação iniciada em 2021, após o setor registrar em 2020 o menor patamar de vendas em quase uma década, por conta da Covid-19, se mantém. A confederação reforça que o dinamismo do mercado de trabalho e a melhora das condições de consumo têm sustentado o aquecimento da demanda nos últimos anos.
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